São palavras que iluminam.
Caminhos que trazem de volta os raios daquele Sol que brilha sem se ver nem se notar.
São gestos que suavizam.
Presenças que reacendem, como se nada deste mundo tivesse estado apagado.
São vozes que acalmam.
Um alívio lento, evasivo, expansivo e absoluto que regenera e fornece luz.
Um pedido de conjunção,
Um desejo transcendente,
Um fogo resplandecente,
Uma estrada que chama,
Uma esperança ardente,
Um rasgo de felicidade,
Uma lágrima suplicante,
Uma droga tão certa,
Um grito de ajuda,
Uma necessidade,
Uma loucura,
Um pouco...
Um tudo.
Júpiter é, sem dúvida, inflamável.
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